Organizações não precisam viver no improviso.
A maioria das organizações convive com o improviso como se fosse uma condição natural — algo inevitável, resultado do caos do mercado ou da imprevisibilidade do setor público. Discordamos.
O improviso é um sintoma. Ele indica ausência de estrutura, de processos claros, de informação organizada e de ferramentas adequadas. Organizações que funcionam bem não são necessariamente maiores, mais ricas ou mais dotadas de talento. São organizações que construíram estruturas inteligentes de funcionamento.
Estrutura não é burocracia. É a diferença entre uma equipe que sabe o que fazer quando o responsável falta e uma equipe que paralisa. É a diferença entre um gestor que decide com dados e um gestor que decide com intuição — e reza para acertar.